
Hoje em dia fala-se muito do "The special One"... eu sinto-me sem dúvida "The lucky One". Numa viagem relâmpago em tom de socorro não sei bem se de mim se de quem fui à procura. Mas era precisa e necessária para salvar algo. A minha sanidade que estava a ficar danificada. Está agora recuperada e intacta, tive de usar o bom senso para colocar os outros num caminho mais real, do que o imaginário de quando enloquecemos por amor. Enfim, entre discussão (leia-se debater assuntos), entre sorrisos e lagrimas, entre sol e chuva o tempo voo para além do pedido, mas durou a eternidade suficiente para eu saber que sou uma mulher com muita sorte. Tenho uma família linda de morrer, um tronco forte com raizes tão profundas que ninguem, nem golias pode derrubar... e tenho a sorte de ser amada genuinamente pelas mulheres que amo e que fazem parte da minha vida da mesma maneira que fazem parte de mim. Aprendi também, aquilo que já sabia há muito tempo. Mas é preciso tropeçar e cair para ver que a vida é tão curta que subturfúgios e pessoas que não ocupam espaço vivo, não valém a pena. Também concretizei a decisão triste de tirar alguém da minha vida. Que se já foi muito importante hoje representa tão pouco que mais vale não estar. è triste, mas é melhor seguir em frente a sorrir que triste com os empurrões que nos dão para fazer cair dados por terceiros. Sou uma sortuda cada vez mais quero perto de mim quem é de verdade. Quem gosta de mim com esta imensidaão de defeitos que tenho, mas também desta imensa capacidade de amar.
Beijos grandes grandes mulheres da minha vida
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